Justiça francesa proíbe herbicida com glifosato

Postado em 21/01/2019 |

21/01/2019

A justiça francesa proibiu na última semana o uso no país do Roundup Pro 360, um herbicida contendo glifosato do grupo Monsanto/Bayer usado principalmente na viticultura. 
 
A decisão do tribunal administrativo de Lyon, com efeito imediato, vem em meio ao debate na França e na Europa sobre o perigo potencial do glifosato, ingrediente ativo do Roundup. Em novembro de 2017, a União Europeia havia renovado a liberação de uso do herbicida por um período de cinco anos, mas o presidente francês Emmanuel Macron se comprometeu a proibi-lo na França antes de 2021. A gigante química alemã Bayer, que em 2018 comprou seu concorrente US Monsanto, surpreendeu-se com a decisão e indicou que estuda as ações legais necessárias.
 
Aqui no Brasil segue a discussão sobre o uso do glifosato, liberado pela Justiça em setembro de 2018. Decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) derrubou a liminar que suspendeu o registro de produtos à base das substâncias glifosato,e que derrubou liminar que suspendia seu registro e de demais agrotóxicos até a conclusão da análise de toxicidade pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O TRF-1 acolheu pedido da AGU.
 
E no dia 10 de janeiro último, o Ministério da Agricultura publicou no Diário Oficial da União 40 novos produtos comerciais com agrotóxicos que receberam permissão para chegar ao mercado. Entre eles está um aditivo inédito, o Sulfoxaflor, que já causa polêmica nos Estados Unidos. E as novidades não param por aí.
 
Na edição desta sexta-feira (18/1) do Diário Oficial, a Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins do Ministério Agricultura publicou lista com mais 131 pedidos de registro de agrotóxicos solicitados nos últimos três meses de 2018. Eles ainda passarão por avaliações técnicas de três órgãos do governo. 
 
Há ainda o Metomil, ingrediente ativo usado em agrotóxicos indicados para culturas como algodão, batata, soja, couve e milho, também liberado, e que é altamente tóxicos. O governo emitiu registrou para quatro empresas operarem com o Metomil e o Imazetapir, princípios ativos para a produção de agrotóxicos que serão vendidos aos produtores rurais.

fonte: Asbran | Página 12

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